A mão que teme em tocar é a mesma que tapa a boca para não dizer certas
coisas. A boca, admira a outra pelo simples movimento do falar, que faz
parecer uma dança leve, em harmonia com a música de nota única, sendo
seu tom de voz. Essa curiosidade pelo desconhecido aumenta ainda mais
quando não se tem uma definição exata do que, ou de quem ela é. ” Vai lá
e descobre! ” seu inconsciente dizia. Mas consciente e intuição diziam
para descobrir apenas o que lhe fosse transparecido e compreendido,
apenas o necessário. Deduzir ou querer saber demais era bobagem. Só ia
fazer se perder em hipóteses e pensamentos sem fundamento.
Era como Arte: Algo que, apenas é. Sem definção ou ciência pra explicar, algo que se sente e é interpretado de diversas formas diferentes. ( Não deixando de ser, em sua essência, única para cada interpretação. )
E ao final de todos os pensamentos, chegava sempre à mesma frase: ” Essa moça dá vontade de escrever…
Era como Arte: Algo que, apenas é. Sem definção ou ciência pra explicar, algo que se sente e é interpretado de diversas formas diferentes. ( Não deixando de ser, em sua essência, única para cada interpretação. )
Que lindo, bee
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